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Reabilitação Funcional

A alta chega quando você volta ao que importa, não quando a dor some.

Reabilitação pós-operatória e de lesões, com meta funcional definida e critérios objetivos para avançar de fase e receber alta.

Sala de reabilitação da clínica, com espaço para exercício terapêutico
De onde vem

A dor tem história, e ela explica o tratamento.

Entender o que sustenta o problema é o que separa alívio curto de mudança que se mantém.

  • Cirurgia resolve a estrutura, não a função

    O procedimento corrige o tecido. Força, controle e confiança de movimento não voltam junto e precisam ser reconstruídos — é essa etapa que decide se você retoma o que fazia antes.

  • Tempo parado cobra mais que a lesão

    Semanas de imobilização custam massa muscular e coordenação em ritmo rápido. Frequentemente a maior parte do trabalho de reabilitação é sobre a perda do período parado, não sobre o dano original.

  • Alta concedida por ausência de dor

    Sem dor e sem força é o cenário mais comum de recidiva. Quando o critério de alta é apenas o sintoma, a assimetria que sobrou aparece na primeira demanda mais alta.

  • Medo de se mover depois do episódio

    Depois de cirurgia ou lesão, o receio de repetir o dano restringe o movimento antes do limite biológico. Tratar só o joelho e ignorar isso atrasa a recuperação de forma previsível.

Como cuidamos

O que acontece, e com quem.

Tratamento sem nome de profissional é abstração. Cada frente abaixo tem alguém responsável por ela.

  • Meta funcional e avaliação inicial

    Escrevemos junto, em uma frase, o que significa terminar o tratamento no seu caso. Todo o plano se organiza a partir dessa frase.

  • Progressão por fases com critério objetivo

    Testes com valores registrados definem quando avançar. Isso evita tanto a alta precoce quanto a alta que nunca chega.

  • Terapia manual quando indicada

    Para recuperar mobilidade perdida no período de imobilização, sempre combinada com exercício ativo e nunca como tratamento isolado.

  • Suporte nutricional na recuperação

    Demanda de proteína e energia muda entre a semana da cirurgia e a fase de ganho de carga. O ajuste acompanha essas fases.

  • Continuidade depois da alta

    Pilates terapêutico em progressão registrada, para que o ganho não se perca nas semanas seguintes ao fim do tratamento.

Antes de agendar

As perguntas que quase todo mundo faz.

Quanto tempo até eu voltar ao que fazia?

Depende do procedimento, do tempo parado e da sua meta. Dizemos o prazo estimado na primeira consulta, mesmo quando ele é mais longo do que você gostaria de ouvir, e cada reavaliação mostra o número em vez da impressão.

Preciso ter feito cirurgia para ser atendido aqui?

Não. Também atendemos lesões tratadas sem cirurgia, retorno depois de período longo parado e quem recebeu alta em outro serviço ainda sem conseguir fazer o que fazia antes.

Como sei que estou evoluindo?

Por testes de força, equilíbrio e simetria com valores registrados. Cada fase tem critério de passagem definido antes de começar, então você sabe o que falta para avançar — e por que ainda não avançou, quando é o caso.

Meu cirurgião acompanha o processo?

Trabalhamos com o protocolo indicado por ele e enviamos relatório de evolução quando solicitado. Divergência entre condutas é resolvida diretamente com o médico, não empurrada para você resolver.

A abordagem

Um caso só, não três serviços paralelos.

A reabilitação funcional da clínica é conduzida por meta escrita e critério objetivo de passagem entre fases. Quando o medo de se mover está atrasando a recuperação mais que o tecido, a psicologia entra sobre o mesmo caso.

A avaliação vem antes de qualquer proposta.

Cerca de 60 minutos de história, exame e metas. É dela que saem o tipo de sessão, a frequência e a duração — nunca de um pacote decidido antes de te conhecer.