Um plano que sobrevive a uma semana ruim.
Nutrição clínica para dor persistente, fadiga, sintomas intestinais e recuperação. Construída sobre a rotina que você tem, não sobre a ideal.
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A dor tem história, e ela explica o tratamento.
Entender o que sustenta o problema é o que separa alívio curto de mudança que se mantém.
A rotina real nunca entrou na conta
Quem cozinha, quanto tempo existe, qual o orçamento, o que a dor ou o cansaço já impedem de fazer na cozinha. Plano montado sem essas respostas funciona no papel e falha na terça-feira.
Restrição ampla que não se sustenta
Cortar muita coisa de uma vez produz resultado rápido e abandono em duas ou três semanas. O que sustenta mudança é o que você consegue repetir sem que a semana inteira dependa disso.
Demanda diferente durante a recuperação
Corpo reconstruindo tecido ou em período parado tem necessidade distinta do corpo em manutenção. Ignorar essa diferença trava a evolução da reabilitação sem que ninguém entenda o motivo.
Sintoma intestinal tratado só por eliminação
Retirar alimentos um a um sem critério estreita a dieta e raramente encontra o padrão. Sem hipótese e sem prazo para testá-la, o processo não converge.
O que acontece, e com quem.
Tratamento sem nome de profissional é abstração. Cada frente abaixo tem alguém responsável por ela.
Avaliação de rotina e sintomas
Horários, quem prepara a comida, o que existe na despensa, o que a dor ou o cansaço impedem. É o que torna o plano executável.
Estratégia para dor e fadiga
Ajuste voltado a inflamação, energia disponível e sono, cruzado com o que aparece nas outras frentes do seu acompanhamento.
Suporte nutricional em recuperação
Cálculo por fase para pós-operatório, reabilitação e retomada de treino, alinhado com quem conduz a sua reabilitação.
Preservação de massa em período parado
Ficar parado custa músculo, e perder músculo atrasa a alta. Quando não dá para treinar, a alimentação é o que segura essa perda.
Quem atende esta frente
As perguntas que quase todo mundo faz.
Vou receber uma dieta na primeira consulta?
Não. A primeira consulta mapeia a sua rotina. O plano vem depois disso, com o menor conjunto de mudanças capaz de produzir diferença perceptível e um prazo para conferirmos se produziu.
Vou ter que cortar tudo que gosto?
Não. Trabalhamos por ajuste progressivo, começando pelo que gera mais efeito com menos atrito. O que você gosta de comer é informação de trabalho, não obstáculo.
Alimentação resolve dor crônica?
Sozinha, não. Ela atua sobre inflamação, energia disponível e qualidade do sono, que são fatores que sustentam o ciclo. É uma das frentes do acompanhamento, e a única honestidade possível é dizer isso.
E quando a semana desanda?
Semana ruim tem estratégia própria, definida antes de acontecer. Ela faz parte do plano — não é falha de disciplina, é previsão.
Um caso só, não três serviços paralelos.
A nutrição da clínica trabalha com hipótese, prazo e verificação: propomos a mudança, definimos quando conferir e, se não produzir efeito, trocamos a hipótese em vez de atribuir o resultado a falta de disciplina.
A avaliação vem antes de qualquer proposta.
Cerca de 60 minutos de história, exame e metas. É dela que saem o tipo de sessão, a frequência e a duração — nunca de um pacote decidido antes de te conhecer.
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