Voltar a se mover sem medo de acender a dor.
Pilates conduzido por fisioterapeuta, individual ou em dupla. Progressão medida e registrada, para quem já tentou academia e piorou.
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A dor tem história, e ela explica o tratamento.
Entender o que sustenta o problema é o que separa alívio curto de mudança que se mantém.
A dose errada, não o exercício errado
Quem tenta voltar sozinho costuma começar no volume que fazia antes. O corpo em recuperação não tolera esse ponto de partida, a dor responde, e a conclusão que fica é que exercício piora. Quase sempre o problema foi quanto, não o quê.
Medo aprendido de se mover
Depois de alguns episódios de dor forte, o corpo passa a evitar antes de chegar ao limite. A restrição vira automática e invisível — e é ela, mais que a lesão, que segura a recuperação.
A alta chegou antes da função voltar
Muita gente termina o tratamento sem dor e sem força. Sem uma ponte entre a alta e a vida normal, a sobrecarga volta em algumas semanas e o ciclo recomeça.
Ambiente coletivo no ritmo de outra pessoa
Em turma grande, a série é média para todos e específica para ninguém. Quem está em fase inicial acompanha uma progressão que não é a sua, e a correção chega tarde demais para valer.
O que acontece, e com quem.
Tratamento sem nome de profissional é abstração. Cada frente abaixo tem alguém responsável por ela.
Avaliação de movimento
Antes da primeira aula: como você agacha, gira, levanta do chão e o que dói em cada um. Esse mapa organiza a aula e é refeito conforme o corpo muda.
Aulas individuais ou em dupla
Trabalho em aparelhos com carga e repetição registradas sessão a sessão. Quando a evolução parece lenta, existe número para conferir em vez de impressão.
Ponte com a reabilitação
Para quem vem de cirurgia ou lesão, a progressão respeita a fase do tratamento e os critérios definidos por quem conduz a reabilitação.
Quem atende esta frente
As perguntas que quase todo mundo faz.
Nunca fiz pilates. Consigo começar?
Sim. Ninguém entra no aparelho sem avaliação de movimento, e a primeira aula é construída sobre o que essa avaliação mostrou. O ponto de partida é o seu, não o da turma.
Estou com dor agora. Posso fazer?
Na maioria dos casos sim, com adaptação. Dor não é impedimento automático, mas define o ponto de partida. Se o quadro pedir tratamento antes do condicionamento, dizemos isso na avaliação.
Quantas pessoas por horário?
No máximo duas, e nunca duas pessoas em fases diferentes na mesma série. É o que permite corrigir a execução no momento em que ela acontece.
É a mesma coisa que pilates de academia?
A condução é de fisioterapeuta, com avaliação prévia, progressão registrada por sessão e ajuste conforme a fase do seu tratamento. Se você também é atendido por outro profissional da equipe, essas duas frentes conversam.
Um caso só, não três serviços paralelos.
O pilates aqui é conduzido por fisioterapeuta e tratado como continuidade do cuidado, não como atividade paralela. Quem chega direto para o pilates passa pela mesma avaliação inicial de quem chega para tratamento.
A avaliação vem antes de qualquer proposta.
Cerca de 60 minutos de história, exame e metas. É dela que saem o tipo de sessão, a frequência e a duração — nunca de um pacote decidido antes de te conhecer.
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