Antes de tratar onde dói, entender por que dói ali.
Fisioterapia e osteopatia para dor de coluna, articulações, cervical e mandíbula. Avaliação longa, tratamento manual combinado com movimento ativo.
Prefere ligar? (18) 99746-6357

A dor tem história, e ela explica o tratamento.
Entender o que sustenta o problema é o que separa alívio curto de mudança que se mantém.
O local da dor nem sempre é a origem
Uma dor lombar pode nascer de um quadril que perdeu rotação; uma dor de cabeça, de uma cervical travada. Tratar só onde dói alivia por alguns dias e devolve o sintoma na semana seguinte, porque a causa continua trabalhando.
Sobrecarga repetida, não um único acidente
Boa parte dos quadros não começa num movimento errado. Começa em milhares de repetições de um gesto comum — a posição de trabalho, o modo de dormir, o lado que sempre carrega peso. O corpo aguenta muito tempo, até não aguentar.
Perda de mobilidade que passou despercebida
Articulações que deixam de percorrer toda a amplitude transferem carga para a vizinha. A troca é silenciosa por meses e aparece de uma vez, o que dá a impressão enganosa de que o problema surgiu do nada.
Uma recuperação anterior que ficou pela metade
Entorse, cirurgia ou lesão em que a dor passou antes de a função voltar deixa uma conta em aberto. Força e controle não retornam sozinhos, e o corpo segue compensando até o próximo episódio.
O que acontece, e com quem.
Tratamento sem nome de profissional é abstração. Cada frente abaixo tem alguém responsável por ela.
Avaliação funcional completa
Primeira consulta longa: história do problema, testes de movimento, força e mobilidade. Ao fim, uma hipótese explicada em palavras que você entende e um plano com prazo.
Terapia manual e osteopatia
Técnicas articulares, miofasciais e viscerais para devolver mobilidade onde ela se perdeu. Serve de porta de entrada para o movimento ativo, não de tratamento isolado.
Exercício terapêutico progressivo
O que sustenta o ganho da terapia manual. Carga e amplitude sobem em doses medidas, com registro sessão a sessão para que a evolução seja verificável.
Continuidade em movimento
Encerrada a fase de tratamento, pilates terapêutico mantém amplitude e força conquistadas, em atendimento individual ou em dupla.
Quem atende esta frente
As perguntas que quase todo mundo faz.
Quantas sessões vou precisar?
Só dá para responder depois de te avaliar, e é isso que fazemos na primeira consulta. Ao fim dela você recebe uma estimativa com prazo de reavaliação. Não trabalhamos com pacote fechado vendido antes do exame.
Osteopatia é o mesmo que quiropraxia?
Não. São formações distintas, com raciocínio clínico diferente. A osteopatia avalia articulações, tecidos e vísceras buscando onde a mobilidade se perdeu, e aqui ela nunca é usada sozinha — vem sempre combinada com exercício ativo.
Vai doer durante a sessão?
Trabalhamos dentro do que você tolera, e isso é combinado antes. Algum desconforto é possível em técnicas específicas; dor forte não faz parte do método e é motivo para parar e ajustar na hora.
Preciso de pedido médico ou de exame de imagem?
Não é necessário para agendar a avaliação. Se você já tem exames, traga — ajudam. E se durante a avaliação aparecer algo que peça investigação médica, encaminhamos com relatório.
Um caso só, não três serviços paralelos.
A fisioterapia da clínica parte de uma avaliação longa e de uma hipótese explicada — não de um protocolo aplicado por região do corpo. Quando o quadro envolve sono, ansiedade ou alimentação, os profissionais das outras frentes entram sobre o mesmo registro, sem que você precise recomeçar a história.
A avaliação vem antes de qualquer proposta.
Cerca de 60 minutos de história, exame e metas. É dela que saem o tipo de sessão, a frequência e a duração — nunca de um pacote decidido antes de te conhecer.
Prefere ligar? (18) 99746-6357