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Retrato de Rafael Monteiro, psicólogo clínico, em sala de atendimento da clínica
Psicologia Clínica

Conviver com dor cansa de um jeito que não aparece no exame.

Rafael Monteiro · CRP 06/123456

Psicólogo clínico com foco em dor persistente e adoecimento crônico. Atende quem precisa de um lugar para tratar o que a condição fez com a vida, não só com o corpo.

Quem atende

A quem este trabalho se destina.

Atendo adultos que vivem com dor ou com uma condição de saúde que não vai embora. Quase sempre chegam depois de meses ouvindo que está tudo bem nos exames, carregando a suspeita de que estão exagerando. Não estão. Meu trabalho é com o que a dor fez com o trabalho, com o sono, com as relações e com a imagem que a pessoa passou a ter de si mesma.

Formação

Onde se formou, no que se especializou.

  • Psicologia

    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

    2013
  • Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental

    Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-USP)

    2017
  • Formação em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)

    Instituto Brasileiro de ACT

    2020

Especializações

  • Psicologia da dor e adoecimento crônico
  • Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
  • Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)
  • Manejo de ansiedade associada a sintoma físico
Como trabalha

O que acontece no atendimento.

  • Terapia Cognitivo-Comportamental

    Trabalhamos os pensamentos que aparecem no momento da crise e o que eles fazem você fazer em seguida. Evitar movimento, cancelar compromisso, checar o corpo o tempo todo. Esses padrões alimentam o ciclo, e eles são modificáveis.

  • Terapia de Aceitação e Compromisso

    Quando o sintoma não vai embora por completo, lutar contra ele consome a energia que sobrou. A ACT desloca o alvo: em vez de esperar a dor acabar para viver, construímos uma vida que cabe junto com ela.

  • Trabalho conjunto com a equipe clínica

    Quando você também é acompanhado pela fisioterapia ou pela nutrição, eu participo dessa conversa. Não discutimos seu caso em grupo: o que existe é um registro compartilhado, com a sua autorização, para que ninguém peça que você recomece do zero.

Em primeira pessoa

Como conduzo o atendimento.

A primeira sessão não é um questionário. É você contando o que está acontecendo, no seu ritmo, e eu perguntando o que precisar para entender. Ao fim dela combinamos com que frequência faz sentido nos vermos e o que estamos tentando alcançar — e isso é revisto em voz alta, não presumido. Se em algum momento eu achar que o que você precisa é psiquiatria ou outro tipo de trabalho, vou te dizer.

— Rafael Monteiro, Psicologia Clínica

Psicólogo clínico dedicado ao impacto emocional da dor persistente, integrado ao acompanhamento fisioterapêutico e nutricional da clínica.

Comece por uma conversa.

A primeira consulta é uma avaliação, não uma venda. Ao fim dela você sabe o que dá para mudar, em quanto tempo, e o que provavelmente não vai mudar.